sexta-feira, 16 de setembro de 2011

à tona

a noite gasta
rasga sorrisos segredos
saudades
(um olhar furtivo
desterra
a terra)
não há palavra
que diga a dor humana

_só um silêncio
gritando solitário
no vazio que sou em mim

2 comentários:

Ramiro Pereira disse...

Muito bom, Jeni. Gostaria de dizer que gosto de beber desse silêncio, seu silêncio.

Gauche disse...

ô, ramiro, eu ainda devendo minha visita. beijos, beijos.