a poesia dói dentro de mim como dói o dedo que perdi ainda na infância e olhá-la é como olhar pra essa minha mão esquerda decepada e senti-la é como sentir esse toco de dedo que ainda tanto lateja e ninguém sabe como espalho meus gritos de dor por sentir tanto
2 comentários:
dio santo! ma que bello!
grazie, caro. chi sei? eu vou encarar teu nome como uma grande coincidência, ok?
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