sexta-feira, 23 de setembro de 2011

manifesto carioca

ao k. ramos

que fazer da hora. dos dias. se não há hora nem dia que suavize esse peito que late tua ausência? bate. como bate. correr. deixá-lo na creche. pensar, loucamente, em algo para o dia especial. e então convenço-me de que o melhor a se fazer é sentar e contemplar essa memória tão sempre rouca. vida passada-presente. vida futura. a essa altura, dois olhos de leão fitam o teto vazio como se houvesse estrelas. agora. exatamente agora. dois olhos marejados fitam esta tela fria como quem encontra você. não há palavra que diga a dor humana. tampouco há que diga o amor. sei que sinto. e amo. receba estas palavras como se fossem flores. e sinta que te amamos e que te queremos bem. tanto. tanto. celebre-se!



(meu caro amigo me perdoe, por favor.)

2 comentários:

Um brasileiro disse...

ola. estive por aqui. tudo blz? interessante. apareça por la. abraços.

Araeliz disse...

Quão incríveis seriam as coisas se nunca esquecessemos o quanto elas nos fariam falta.